"Como já mencionei em uma entrevista recente, defini meu companheiro de chapa para o próximo ano, mas prefiro reservar o nome por enquanto", destacou em entrevista exclusiva ao Diario Río Negro, site de notícias argentino.
Milei também reiterou a sua defesa pelo fim das eleições primárias (PASO), argumentando que elas representam um "gasto desnecessário" para o Estado e em defesa de que os partidos políticos "deveriam" resolver suas disputas internas sem financiamento público.
"O PASO não cumpre nenhuma função real, além de gastar o dinheiro dos contribuintes", criticou, acrescentando que espera obter apoio no Congresso para eliminá-lo.
O argentino destacou ainda que considera a reforma da Carta Orgânica do Banco Central a "principal iniciativa" de seu governo no Congresso nos próximos meses. "A proposta busca impedir o financiamento do Tesouro pelo BCRA e proteger a autonomia de seus presidentes", diz.
(Com Agência Estado)
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