Aliado de Trump, Dan Sullivan, que tenta a reeleição, enfrenta a democrata e ex-deputada federal Mary Peltola em uma das disputas mais acompanhadas do país, com o controle do Senado em jogo. A eleição de terça-feira, pelo sistema de voto ranqueado, também inclui dois candidatos que fizeram pouca campanha, um dos quais tem o mesmo nome do incumbente. A presença desse candidato na cédula foi o que levou Trump a pressionar pela ação, por medo de que ele "roubasse" votos do senador que busca a reeleição.
A ação, apresentada a menos de duas semanas da eleição, quando a votação antecipada já estava em andamento, pedia uma investigação para apurar se votos dados ao professor aposentado Dan J. Sullivan teriam sido, na verdade, destinados ao senador. O Estado disse que o caso não tinha fundamento e argumentou que não haveria como determinar isso sem violar a privacidade do eleitor.
A juíza Sharon Gleason, do Tribunal Distrital dos EUA, escreveu na decisão que a medida solicitada pelos Estados Unidos é "inviável" porque muitos eleitores já haviam votado.
"De forma mais fundamental, os Estados Unidos não apresentam um plano viável de como pretendem separar as cédulas registradas para Daniel J. Sullivan no dia da eleição e, em seguida, conduzir uma 'investigação' não especificada, determinada pelo tribunal, dessas cédulas, de um modo que preserve o sigilo do voto", escreveu.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado).
(Com Agência Estado)
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