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Mundo Domingo, 04 de Janeiro de 2026, 19:00 - A | A

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Domingo, 04 de Janeiro de 2026, 19h:00 - A | A

Forças Armadas da Venezuela reconhecem vice de Maduro como presidente interina

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

As Forças Armadas da Venezuela reconheceram a posse de Delcy Rodríguez, vice de Nicolás Maduro, como presidente interina do país, após prisão do ditador em ataque militar dos Estados Unidos. Segundo nota divulgada neste domingo, 4, e assinada pelo ministro da Defesa, Vladímir Padrino López, Rodríguez deve assumir "todos os poderes, deveres e faculdades de presidente".

A determinação de que Rodríguez deveria ocupar a Presidência partiu da Suprema Corte da Venezuela, ainda no final da noite de sábado, 3, mesmo dia do ataque americano, em uma decisão tomada "em vista da agressão militar estrangeira".

Na nota deste domingo, as Forças Armadas da Venezuela também respaldam o Decreto de Comoção Externa emitido após o ataque de sábado e rechaçam o que chamam de "covarde sequestro" de Maduro e sua esposa, Cilia Flores. Após a captura, Maduro foi transferido para uma prisão federal em Nova York, onde enfrenta acusações de narcotráfico e terrorismo.

"O governo bolivariano garantirá a governabilidade do país e nossa instituição continuará empregando todas as suas capacidades disponíveis para a defesa militar, a manutenção da ordem interna e a preservação da paz", informa ainda a nota dos militares venezuelanos.

Forças Armadas pedem retomada de atividades

Mais cedo neste domingo, em pronunciamento televisivo, o ministro da Defesa venezuelano pediu para a população do país "retomar suas atividades" com normalidade.

"Chamo o povo da Venezuela a retomar suas atividades econômicas, trabalhistas, de todo tipo, educativas, nos próximos dias e a pátria deve encaminhar-se sobre seu trilho constitucional", disse López.

Rodríguez exige 'liberação imediata' de Maduro

Em pronunciamento no sábado, antes de tomar posse como presidente interina, a vice de Maduro fez um pronunciamento à imprensa e exigiu a imediata libertação do ditador preso.

Para ela, o ataque à Venezuela teve como objetivo "trocar o poder na Venezuela e também capturar os nossos recursos energéticos e recursos minerais e naturais", disse.

Ela também disse que "só existe um presidente da Venezuela, Nicolás Maduro". Rodríguez pediu "calma e unidade para reorganizar e defender a Venezuela". Afirmou, ainda, que "o povo venezuelano, que é sábio, que é paciente, que tem paciência estratégica, encontrará o caminho para a defesa da paz, para a defesa da tranquilidade, para a defesa da pátria".

Donald Trump, no entanto, disse em entrevista coletiva que o secretário de Estado, Marco Rubio, havia conversado com Rodríguez e ela estaria "essencialmente disposta a fazer o que consideramos necessário para tornar a Venezuela grande novamente".

Segundo o Trump, ela teria dito "faremos o que for preciso". Ainda de acordo com o presidente americano, Rodrígues "foi bastante gentil, mas na verdade não tem escolha".

(Com Agência Estado)

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