O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, passou a noite em um centro de detenção, em Nova York, após ser capturado por militares norte-americanos em Caracas. Ele está detido no Centro de Detenção Metropolitano (MDC, na sigla em inglês), no Brooklyn, conhecido como a “prisão dos famosos”, que abriga mais de 1,3 mil detentos.
Maduro seguirá preso enquanto aguarda julgamento pelos crimes de narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas. A acusação prevê pena mínima de 20 anos de prisão, podendo chegar à prisão perpétua, conforme denúncia apresentada em Nova York.
Captura
Os Estados Unidos atacaram, nesse sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela.
O presidente norte-americano, Donald Trump, capturou o presidente Nicolás Maduro e a esposa dele, Cilia Flores.
Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.
O líder venezuelano deve ficar detido em uma penitenciária federal, e a única disponível em Nova York é o MDC do Brooklyn, um lugar constantemente descrito como “precário”, “violento” e “um inferno na Terra”.
Construída na década de 1990, a instalação abrigou diversos presos famosos, como os rappers R. Kelly (preso por crimes sexuais contra menores de 18 anos) e Sean “Diddy” Combs (condenado por tráfico sexual e mais).
O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que os EUA estão trabalhando em conjunto com a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, após a captura de Maduro.
Segundo ele, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, conversou com a presidente interina. “Ela está essencialmente disposta a fazer o que consideramos necessário para tornar a Venezuela grande novamente.” Em outro momento, disse que Rodríguez “não tem escolha”.
Quarenta mortos
O governo venezuelano informou que ao menos 40 pessoas morreram durante o confronto na madrugada de sábado. A informação foi publicada pelo The New York Times.
Segundo o jornal, um alto funcionário do governo da Venezuela confirmou o número e indicou que entre as vítimas há civis e soldados.
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