"A solução deverá oferecer uma visão operacional unificada a partir de recursos de comando e controle instalados no centro de operações do contratante, permitindo identificar, acompanhar e avaliar potenciais ameaças de aeronaves não tripuladas em toda a área de atuação", disse a empresa em comunicado.
A fase inicial terá como foco ampliar a capacidade de alerta antecipado e fornecer informações para decisões rápidas de segurança e operação, segundo a empresa. A companhia ainda informou que a arquitetura também foi desenhada para possibilitar, no futuro, a integração da tecnologia interceptora Guardian, da própria Powerus, abrindo caminho para ampliar as capacidades anti-drones conforme "a evolução do risco e das exigências em campo".
A Powerus afirmou que o contrato reflete a crescente demanda global por tecnologia americana para proteger ativos energéticos em ambientes complexos. "Este contrato comercial reflete a direção para a qual acreditamos que o mercado anti-drones está caminhando, rumo à proteção integrada e em rede de infraestrutura crítica de petróleo e gás", disse Brett Velicovich, cofundador e presidente da Powerus.
(Com Agência Estado)
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