Em comunicado, o organismo escreveu que, se apoiando em suas capacidades nacionais e considerando a experiência de sete décadas de resistência integral contra as políticas de pressão, intervenção, agressão militar e terrorismo de Estado dos EUA, o país utilizará todas as ferramentas e capacidades disponíveis para "repelir a maldade do inimigo americano-sionista" e salvaguardar os interesses nacionais do Irã.
"A sanção e a pressão econômica são a outra face da moeda da guerra e da agressão militar. O vício doentio dos EUA nesses dois recursos não apenas coloca a paz e a segurança mundiais sob ameaça real, mas também submete a civilização humana a uma degradação moral sem precedentes", publicou o ministério.
E acrescentou: "Com base nisso, qualquer governo que acredite nos princípios e objetivos da Carta das Nações Unidas, incluindo o princípio do respeito à soberania nacional dos países, não pode permanecer indiferente à contínua violação da lei e ao belicismo ostensivo dos EUA contra as normas internacionais fundamentais."
A responsabilidade pelas consequências e desdobramentos recairá inteiramente sobre o governo norte-americano e os formuladores e executores dessa estratégia, concluiu o organismo.
(Com Agência Estado)
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