O chanceler dinamarquês, Lars Lokke Rasmussen, disse a jornalistas na saída da reunião que não é essencial para os EUA que a ilha seja anexada ao país, ainda que concorde que a segurança do Ártico seja um tema que preocupe tanto dinamarqueses quanto groelandeses e norte-americanos.
"Compartilhamos, em certa medida, com as preocupações de Trump", disse ele. "Definitivamente, há uma nova situação de segurança no Ártico. Nosso objetivo é encontrar um denominador comum."
A chanceler da Groenlândia, Vivian Motzfeldt, e diplomatas também participaram do encontro. A ilha é um território semiautônomo da Dinamarca desde 1953, e foi colonizada pelo reino escandinavo no século 18.
Desde seu primeiro mandato Trump fala em anexar ou comprar a Groenlândia, mas desde que retornou ao cargo no ano passado tem aumentado a retórica, falando até mesmo em anexar o território militarmente.
A possibilidade de um ataque direto a um território autônomo que pertence a um país-membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) ampliou os temores na Europa de que os EUA cada vez mais antagonizam seus antigos aliados.
Mais cedo, ministro da Defesa dinamarquês,Troels Lund Poulsen, disse que Copenhague está reforçando seu contingente militar na Groenlândia.
"Continuaremos fortalecendo nossa presença militar na Groenlândia, mas também insistiremos junto à Otan para mais exercícios e uma maior presença da Otan no Ártico", afirmou Poulsen.
*Com informações de agências internacionais.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.
