"Estamos explorando todas as opções, e a que você mencionou está entre elas", respondeu ele, ao ser questionado no plenário por parlamentares franceses. Barrot classificou a repressão como "a mais violenta da história contemporânea do Irã".
Assim como o governo francês, no último domingo o presidente dos EUA, Donald Trump, já havia prometido que pretende conversar com o bilionário Elon Musk sobre a possibilidade de restaurar o acesso à internet no Irã por meio do serviço de satélite Starlink, operado pela empresa SpaceX.
No Irã, o chefe do judiciário, Gholamhossein Mohseni-Ejei, sinalizou nesta quarta que haverá julgamentos rápidos e execuções para aqueles detidos em protestos nacionais. Os comentários surgem enquanto ativistas alertavam que enforcamentos dos detidos poderiam ocorrer em breve.
Desde o início dos protestos, em 28 de dezembro, mais de 18 mil pessoas foram presas e mais de 2.500 foram mortas, a grande maioria manifestantes, de acordo com a Human Rights Activists News Agency. A organização conta com uma rede de ativistas dentro do Irã, que confirma todas as fatalidades relatadas.
(Com Agência Estado)
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