Al-Maliki, que foi nomeado na semana passada pelo bloco político dominante do país para retornar ao cargo de primeiro-ministro, disse em um comunicado: "Rejeitamos a flagrante interferência americana nos assuntos internos do Iraque e consideramos isso uma violação de sua soberania."
Washington tem pressionado o Iraque a se distanciar do Irã e vê al-Maliki como muito próximo de Teerã. Seu último mandato, que terminou em 2014, também viu a ascensão do grupo Estado Islâmico, que tomou grandes porções do país.
O primeiro-ministro interino Mohammed Shia al-Sudani teve sua lista de candidatos ganhando a maior parte das cadeiras nas eleições parlamentares de novembro. Mas ele se afastou no início deste mês, abrindo caminho para al-Maliki após os dois competirem pelo apoio do Quadro de Coordenação, um conjunto de partidos xiitas que é o maior bloco parlamentar.
O quadro nomeou al-Maliki como seu candidato na semana passada. Uma sessão do parlamento estava marcada para ocorrer na terça-feira para eleger um presidente, que por sua vez nomearia o primeiro-ministro, mas a sessão foi cancelada devido à falta de quórum, sem data alternativa definida.
Al-Maliki disse que continuaria a se candidatar ao cargo de primeiro-ministro "por respeito à vontade nacional e à decisão do Quadro de Coordenação".
Antes da declaração de Trump, membros do Quadro de Coordenação haviam recebido uma mensagem escrita do encarregado de negócios dos EUA, Joshua Harris, dizendo que "lembramos o período dos governos anteriores liderados pelo Maliki negativamente em Washington." Dois membros do Quadro de Coordenação confirmaram à Associated Press terem recebido a mensagem, uma cópia da qual foi amplamente divulgada nas redes sociais.
*Fonte: Associated Press.
Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
(Com Agência Estado)
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