A morte da estudante Karina Bernardes Prestes, de apenas 20 anos, em Juína (746 km de Cuiabá), reacendeu o alerta sobre a periculosidade da covid-19 em Mato Grosso. Mesmo após seis anos do início da pandemia, o caso de Karina reforça que o vírus continua ativo. Segundo o Painel de Monitoramento da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), Karina foi a segunda vítima fatal registrada em território mato-grossense apenas neste início de 2026. ACOMPANHE ABAIXO NO MINUTO HNT.
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Atualmente, o cenário epidemiológico aponta que 139 pessoas estão em tratamento contra o vírus no estado. Desse total, 47 pacientes permanecem em isolamento domiciliar, enquanto três seguem internados. Somente no mês de janeiro, foram registradas 190 suspeitas, com o pico de contaminação ocorrendo no dia 4, data em que foi confirmada a primeira morte do ano.
Os dados estatísticos revelam um perfil específico dos novos contaminados: a maior incidência está na faixa etária entre 21 e 30 anos, grupo do qual Karina fazia parte. Além disso, há uma predominância feminina nos registros, com as mulheres representando 61% dos testes positivos, contra 38% entre os homens. No mapa da doença, a cidade de Colíder lidera o ranking de casos com 14 notificações, seguida por Alta Floresta com 13, enquanto Cuiabá e Tangará da Serra registram 10 casos cada.
O balanço do ano anterior serve como um lembrete da persistência da crise sanitária; em 2025, Mato Grosso somou 20.376 casos e 25 mortes. O fim das medidas restritivas severas e a redução das mortes em massa geraram uma falsa sensação de segurança, mas os números atuais provam que o vírus ainda circula.
Diante desse cenário, especialistas recomendam que a população mantenha hábitos de prevenção, como o uso de álcool em gel e a utilização de máscaras em situações de risco.
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