De acordo com as informações repassadas à AIEA, o modo de operação do reator não foi alterado após o episódio e não houve registro de incêndio.
A agência não detalhou a extensão de eventuais danos na estrutura atingida, mas reiterou que acompanha de perto relatos envolvendo instalações nucleares em áreas sujeitas a ações militares.
O diretor-geral da AIEA, Rafael Mariano Grossi, afirmou que ataques contra instalações nucleares são "inaceitáveis", pois podem comprometer a segurança nuclear e a proteção física, independentemente de onde ocorram.
Para Grossi, ocorrências desse tipo elevam riscos que vão além do impacto material imediato, ao criar incertezas sobre a integridade de sistemas e estruturas associadas à operação de usinas.
O chefe da agência também renovou o apelo por máxima contenção militar para reduzir a probabilidade de um acidente nuclear.
A AIEA tem defendido, em diferentes ocasiões, a necessidade de evitar ações que possam afetar instalações e infraestrutura ligadas ao setor nuclear, diante das consequências potenciais para trabalhadores, comunidades e o meio ambiente.
Conteúdo gerado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
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