O PBN estabelece a base para operações digitais classificadas em toda a Otan, garantindo que tomadores de decisão e militares de diversos domínios possam se comunicar, coordenar e acessar dados críticos em um ambiente de nuvem padronizado e mais resiliente a ataques externos e interrupções.
Segundo comunicado da Accenture, as empresas irão projetar, implementar e operar a plataforma central do PBN em um ambiente multi-nuvem fornecido pela Otan, apoiando a adoção a longo prazo de serviços de nuvem para aproximadamente 29.000 usuários em toda a aliança.
Reforçada por aquisições recentes, a Leonardo é assegurada por sua plataforma proprietária Global Cybersec Platform - uma plataforma de inteligência artificial (IA) para defesa cibernética, acrescenta a Accenture.
(Com Agência Estado)
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