O republicano afirmou que a ilha "deve ser controlada pelos EUA, não pela Dinamarca" e argumentou que o território é estratégico para Washington. Questionado sobre o tema, também sugeriu que os EUA poderiam retirar todas as tropas americanas da Europa.
Durante reunião bilateral com o líder turco, Recep Tayyip Erdogan, Trump disse ainda acreditar que um acordo para encerrar a guerra entre Rússia e Ucrânia está próximo. Segundo ele, teve uma "longa conversa" com o presidente russo, Vladimir Putin, na segunda-feira e falou com o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, logo em seguida. "Conheço negociações e acho que vamos conseguir. Espero que em breve", afirmou. O presidente acrescentou que tanto Putin quanto Zelenski querem o fim do conflito.
Na frente diplomática, Trump anunciou que pretende remover as sanções americanas contra a Síria e também as restrições impostas à Turquia sob a Lei de Combate aos Adversários dos EUA por Meio de Sanções (CAATSA, na sigla em inglês). Ancara foi alvo das medidas após adquirir o sistema russo de defesa aérea S-400, decisão que também levou à sua exclusão do programa de caças F-35. Ao anunciar a mudança, Trump afirmou que Washington "não quer sancionar amigos". Segundo ele, os EUA mantêm uma "ótima relação" com o novo líder sírio.
O republicano também buscou reduzir a tensão recente com a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni. Trump afirmou que ela é "uma ótima pessoa" e disse que os dois tiveram apenas "um pequeno desentendimento", embora tenha reiterado que a relação bilateral foi prejudicada porque Roma "não esteve conosco no Irã".
(Com Agência Estado)
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