De acordo com o relatório, um navio de gás natural liquefeito (GNL) foi atingido por um projétil desconhecido próximo a Limah, em Omã, provocando incêndio na casa de máquinas. Outros dois petroleiros também foram atingidos por projéteis nas proximidades de Khor Fakkan, nos Emirados Árabes Unidos, e da Península de Musandam, em Omã. Não houve registro de feridos, e as embarcações conseguiram prosseguir viagem.
O JMIC afirmou que ataques da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC, na sigla em inglês), abordagens por rádio, atividades com drones e ações de vigilância direcionadas continuaram ao longo do período, indicando monitoramento constante do tráfego comercial e a intenção de manter presença nas principais rotas marítimas. O órgão também alertou para a persistência de interferências em sistemas de navegação e para o risco de minas à deriva nas proximidades do esquema de separação de tráfego do estreito.
Na avaliação do centro, embarcações com o Sistema de Identificação Automática (AIS, na sigla em inglês) ligado podem continuar recebendo comunicações da IRGC orientando que desviem para a rota sob controle iraniano, enquanto a presença naval e o congestionamento no estreito devem permanecer elevados.
Em paralelo, uma autoridade da Guarda Revolucionária afirmou que a navegação no Estreito de Ormuz "está ocorrendo de acordo com as diretrizes estabelecidas pelo Irã" e advertiu que "qualquer ação provocativa por parte dos Estados Unidos receberá uma resposta imediata e decisiva do Irã".
(Com Agência Estado)
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