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Justiça Quinta-feira, 23 de Abril de 2026, 17:40 - A | A

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Quinta-feira, 23 de Abril de 2026, 17h:40 - A | A

INQUÉRITO ABERTO

Justiça nega prisão de vereador investigado por violência doméstica em MT

Defesa de Júnior Chaveiro se compromete a apresentá-lo ainda esta semana; delegacia esclarece que parlamentar não é considerado foragido por não haver mandado de prisão

GABRIEL BARBOSA
Da Redação

O Poder Judiciário negou o pedido de prisão preventiva do vereador Laércio Noberto Júnior, o Júnior Chaveiro (PL), investigado por suspeita de violência doméstica contra a mulher em Barra do Bugres. Apesar de a Polícia Civil ter representado pela medida, o parlamentar segue sem mandado de prisão em aberto e não é considerado foragido.

O inquérito foi instaurado na última segunda-feira (20) pela Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso e apura, preliminarmente, o crime de lesão corporal no âmbito de violência doméstica, conforme o artigo 129, parágrafo 13º, do Código Penal. Segundo a corporação, o suspeito ainda não foi localizado pelas equipes de diligência.

LEIA MAIS: Câmara de Barra do Bugres aprova perda de presidência e suspensão de salário de vereador

A defesa técnica do investigado entrou em contato com a delegacia na manhã de quarta-feira (22) e se comprometeu formalmente a apresentá-lo para interrogatório e demais procedimentos ainda no decorrer desta semana.

MEDIDAS PROTETIVAS

Imediatamente após tomar conhecimento dos fatos, o delegado plantonista solicitou medidas protetivas de urgência, que foram prontamente deferidas pela Justiça. As medidas garantem o afastamento do agressor e a proteção da vítima. A denúncia foi registrada pela esposa do vereador, que relatou ter sido agredida, mantida em cárcere privado e amarrada.

ESFERA POLÍTICA

Paralelamente às investigações criminais, a Câmara Municipal de Barra do Bugres aprovou por unanimidade, em sessão extraordinária no dia 20 de abril, a destituição de Júnior Chaveiro da presidência da Casa, o afastamento cautelar do mandato e a suspensão da remuneração. As medidas têm caráter administrativo e vigoram enquanto durarem os efeitos da medida protetiva judicial.

A delegacia reforçou, na nota, o compromisso com a aplicação rigorosa da lei e com a celeridade na conclusão das investigações, assegurando que todos os elementos de prova serão colhidos para a devida responsabilização criminal, respeitando o devido processo legal.

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