Os visitantes não precisaram de muito para ser melhor que o adversário. A estratégia de Dorival foi povoar o meio de campo, até mesmo com Yuri Alberto, mais fora da área. O camisa 9 foi o autor do gol corintiano.
O Santos teve pouco brilho e, defensivamente, limitou-se a angustiar seu torcedor. À exceção de alguns lances individuais, a equipe não conseguia demonstrar uma ideia de jogo. Gabigol salvou o time no acréscimo.
No domingo, o Corinthians visita o Velo Clube, em Rio Claro, pela quinta rodada. Já o Santos joga novamente na Vila Belmiro. O adversário será o Red Bull Bragantino, líder do Paulistão, com 10 pontos.
Os santistas impuseram pressão aos corintianos nas primeiras ações, mas sem criar chances. O time de Dorival Júnior tinha dificuldade em sair da defesa, ainda que sem sofrer grande perigo. Gabigol chegou a marcar próximo dos 10 minutos, mas o gol foi anulado por impedimento.
No lance seguinte, Yuri Alberto arrancou pelo lado direito, driblou quatro adversários e só foi parado por pênalti de Zé Ivaldo. O camisa 9, porém, bateu para fora.
O Corinthians não desanimou com o erro e manteve-se no ataque, instaurando domínio no jogo. O Santos não tinha solidez para segurar o rival. Brazão salvou dois chutes seguidos, mas o terceiro, de Yuri Alberto, abriu o placar.
O atacante foi uma "arma secreta" do Corinthians. Com formação menos aguda, ele caiu pelo lado, ajudando os companheiros a povoar o meio de campo e atuando menos como um centroavante de área.
Mesmo com domínio, o Corinthians não era brilhante em campo. Ainda no começo da segunda etapa, o time intensificou a parte física. Os ânimos do clássico esquentaram, com muitas paradas por faltas, cartões e reclamações.
Apenas com quase 30 minutos do segundo tempo, Vojvoda tentou mexer nas peças em busca de melhorias. Gabriel Menino, Lautaro Díaz, Zé Rafael e Robinho Jr. foram ao campo.
A figura coletiva do time, contudo, pouco mudou. O cenário remeteu aos minutos iniciais do jogo, quando o Santos até tinha presença ofensiva, mas sem criar chances efetivamente.
O Corinthians apenas segurava a magra vantagem. No acréscimo, Gabigol teve a melhor chance do Santos. Na entrada da área, ele bateu para fora, mas o árbitro viu uma falta de Gustavo Henrique inexistente que o camisa 9 cobrou, com uma bomba, que passou por baixo de Hugo Souza e empatou a partida.
FICHA TÉCNICA
SANTOS 1 X 1 CORINTHIANS
SANTOS - Gabriel Brazão; Igor Vinícius (Zé Rafael), Adonis Frías, Zé Ivaldo e Vinicius Lira; João Schmidt (Gabriel Menino) e William Lira; Álvaro Barreal (Miguelito), Benjamim Rollheiser (Robinho Jr) e Thaciano (Lautaro Díaz); Gabigol. Técnico: Juan Pablo Vojvoda.
CORINTHIANS - Hugo Souza; Matheuzinho, Gustavo Henrique, André Ramalho e Matheus Bidu; Raniele (Gabriel Paulista), André; Breno Bidon, Matheus Pereira (Charles) e Carillo (Rodrigo Garro); Yuri Alberto (Vitinho). Técnico: Dorival Júnior.
GOLS - Yuri Alberto, aos 16 minutos do primeiro tempo; Gabigol, aos 48 do segundo.
ÁRBITRO - Lucas Canetto Bellote.
CARTÕES AMARELOS - Igor Vinícius, William Arão, Mayke, Gabriel Menino, Gabigol, Adonis Frías e Robinho Jr. (Santos); André Ramalho, Matheus Pereira, Carrillo, André e Gustavo Henrique (Corinthians).
PÚBLICO - 13.693 torcedores.
RENDA - R$ 928.598,57.
LOCAL - Vila Belmiro, em Santos (SP).
(Com Agência Estado)
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