Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Economia Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2026, 11:30 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2026, 11h:30 - A | A

Trump ameaça aumentar tarifas sobre países que 'fizerem joguinhos' com decisão da Suprema Corte

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar elevar tarifas contra parceiros comerciais após a decisão da Suprema Corte que derrubou as medidas globais impostas com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA, na sigla em inglês). Em publicação na Truth Social, ele afirmou que "qualquer país que queira 'fazer joguinhos' com a decisão ridícula da suprema corte" será alvo de retaliação.

Segundo ele, países que tenham "passado os EUA para trás por anos, e até décadas" enfrentarão "uma tarifa muito mais alta, e pior, do que aquela que acabaram de aceitar recentemente". "Comprador, cuidado!!!", escreveu o republicano.

Pouco antes, em outra postagem, Trump disse que passaria a se referir ao tribunal como "suprema corte", grafado em letras minúsculas, "diante da completa falta de respeito" dos magistrados.

Na sexta-feira, 20, por 6 votos a 3, a Suprema Corte dos Estados Unidos concluiu que a IEEPA não autoriza o presidente a impor tarifas, ressaltando que a Constituição atribui ao Congresso o poder de instituir tributos.

A decisão manteve entendimentos de instâncias inferiores de que as sobretaxas globais excederam a autorização legal.

Apesar disso, Trump já havia anunciado a elevação da chamada "tarifa global" de 10% para 15% e sustentado que poderá recorrer a outras bases legais para impor medidas comerciais mais duras.

Ele também declarou que pode bloquear transações, impor embargos e restringir licenças, argumentando que a decisão judicial ampliou sua margem de atuação no comércio exterior.

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão. 

 

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros