"Nós fizemos o dever de casa. Estamos produzindo 5 milhões de barris por dia enquanto lideramos a transição energética. Nossos projetos, como carro flex e etanol, estão sendo copiados pela Índia. Somos uma liderança para o Sul Global", listou.
"Por outro lado, temos falado pouco do aumento de emissões globais com as guerras. A destruição de ativos produtivos gera efeitos econômicos, como a inflação, mas também leva a um consumo energético intensivo de fontes como o carvão. Se não conseguirmos resolver os conflitos, será muito difícil atingir as metas acordadas em Paris", observou ao participar do Rio Innovation Week, conferência de inovação que se realiza nesta semana no Pier Mauá.
Agenda verde
Ao falar de fontes renováveis, Mendes destacou a agenda da ANP em hidrogênio de baixa emissão de carbono e captura e armazenamento de carbono (CCS/CCUS) como duas das principais frentes da transição energética. Nos últimos meses, a agência avançou na organização institucional para estruturar a regulamentação que lhe foi atribuída pelas leis aprovadas em 2024. Entretanto, alguns dispositivos da lei dependem de regulamentação. "Estamos esperando o decreto do Poder Executivo", comentou.
(Com Agência Estado)
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