A operação envolve aproximadamente R$ 9,7 bilhões em carteira de crédito, líquida de provisões, e R$ 7,2 bilhões em depósitos. O negócio foi assinado em dezembro e aprovado pela Superintendência Financeira da Colômbia. A migração dos clientes começou a ser feita em 1.º de agosto, e o Itaú manteve canais de comunicação para atendê-los.
Segundo o Itaú, a transação não teve impacto material sobre seu índice de capital regulatório. Com a operação concluída, o Itaú Colômbia concentrará sua atuação no segmento de pessoa jurídica, em linha com a estratégia de maximizar a rentabilidade do capital.
Em comunicado enviado à operação local, o Itaú diz que a oferta aos clientes corporativos será complementada com soluções financeiras oferecidas pelas subsidiárias Itaú Comisionista de Bolsa, Itaú Fiduciária e Itaú Panamá.
Para apoiar o movimento, foi feito um aumento de capital de até 400 bilhões de pesos colombianos, dos quais 240 bilhões de pesos colombianos foram executados recentemente "para fortalecer a solidez financeira do banco".
O Itaú tem reorganizado suas operações latino-americanas. Em 2023, o banco deixou a Argentina ao vender sua operação local, que trazia prejuízos, ao Banco Macro, por R$ 250 milhões. Atualmente, além do Chile, o Itaú tem presença no Uruguai e no Paraguai e mantém escritórios de representação na Argentina e no Peru.
(Com Agência Estado)
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