Haddad, entretanto, não quis responder se ele avalia que houve negligência de Roberto Campos Neto no caso Master.
Aproveitou para elogiar a Receita Federal, dizendo que foi o órgão que "estourou" a Reag, e o Master estava envolvido.
O ministro da Fazenda disse que, durante a crise do Master, Galípolo ligou algumas vezes para ele pedindo votos no CMN sobre alterações no Fundo Garantidor de Crédito (FGC).
"Ao longo desses últimos meses, o Galípolo me ligou algumas vezes pedindo voto da Fazenda e do Planejamento para determinados atos que tinham que ser validados pelo CMN em relação ao FGC", declarou Haddad.
De acordo ele, é necessária uma reforma mais estrutural do FGC porque ninguém quer passar por outro "aperto". Segundo Haddad, técnicos do BC estão conversando para chegar a um consenso sobre o tema.
"Uma reforma mais estrutural está sendo discutida, porque efetivamente ninguém quer passar por esse aperto outra vez. Ou seja, a legislação não se mostrou suficientemente robusta para evitar uma operação como essa que colocou muita coisa em risco", disse o ministro.
(Com Agência Estado)
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