"Nós temos grupos brasileiros, fundos árabes, grupos americanos, grupos asiáticos, que estão interessados, em torno de oito a dez participantes que têm, de fato, poder de fogo para participar desse leilão", afirmou o ministro de Portos e Aeroportos em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto.
Silvio afirmou também que ainda é preciso acertar pontos com o Tribunal de Contas da União (TCU) para ampliar a presença de empresas internacionais no leilão. Para isso, será realizado uma reunião, na semana posterior ao Carnaval.
"A gente está fazendo uma rodada de conversas com as embaixadas e nós estamos conversando com vários grupos de investidores do Brasil que têm interesse em investidores internacionais, para que a gente possa ampliar nos próximos 10, 15 dias uma maior participação de parceiros internacionais para que a gente tenha um grande leilão", disse ele.
O TCU recomendou que operadores já atuantes no complexo santista sejam impedidos de participar da disputa para evitar concentração de mercado. No entanto, a restrição tem sido alvo de empresas e associações. Com isso, o modelo final do edital ainda está em discussão.
O ministro de Portos e Aeroportos também relembrou que não estará mais à frente da Pasta quando o leilão for realizado. Isso porque ele deixará o governo no dia 2 de abril, a fim de se descompatibilizar para disputar uma vaga do Senado por Pernambuco.
Sem anunciar quem será o sucessor, Silvio Costa filho relembrou que a orientação do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), é que secretários-executivos das pastas assumam os comandos. No caso da pasta de Silvio, o número 2 é Tomé Franca.
(Com Agência Estado)
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