De acordo com o relatório do CBO, o déficit para 2026 é US$ 100 bilhões (8%) maior nas projeções atuais do escritório do que nas projeções realizadas em janeiro de 2025, enquanto o déficit acumulado no período de 2026 a 2035 é US$ 1,4 trilhão (6%) maior, na mesma comparação.
O escritório destaca três principais mudanças políticas que contribuíram para essas alterações: a chamada "Lei de Reconciliação", que aumentou os déficits em cerca de US$ 4,7 trilhões; as tarifas mais altas, que reduziram os déficits em cerca de US$ 3 trilhões; e ações relacionadas à imigração, que aumentaram os déficits em cerca de US$ 500 bilhões.
O CBO estima que o PIB real dos EUA será de 2,2% em 2026, uma aceleração ante o 1,9% em 2025, com uma média de 1,8% de 2027 a 2036. Ainda, segundo o documento, é esperado que o aumento geral dos preços desacelere ligeiramente em 2026.
A inflação, medida pelo avanço do índice de preços de gastos com consumo pessoal (PCE), deve apresentar uma leve queda em 2026, à medida que os efeitos das tarifas mais altas sobre a inflação diminuem. "A inflação retornará a um nível aproximadamente em linha com a meta de longo prazo do Federal Reserve (Fed) de 2% em 2030 e se estabiliza a partir de então", acrescenta.
(Com Agência Estado)
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