O governo chinês alertou que, uma vez preenchida a totalidade da cota (100%), será aplicada uma sobretaxa de 55% sobre a tarifa de importação vigente, com início a partir do terceiro dia após o esgotamento do teto.
A velocidade das vendas levanta preocupações sobre o cenário "pós-cota" para a pecuária brasileira.
Caso o limite seja ultrapassado, os exportadores terão de arcar com o custo adicional de 55%, além de 12% de imposto de importação e 9% de IVA (tributo interno chinês), o que tornaria o escoamento do grande volume inviável.
O anúncio de Pequim confirma o ritmo acelerado de consumo da cota, que para este ano foi fixada em 1,106 milhão de toneladas - um volume aproximadamente 35% menor do que as 1,7 milhão de toneladas que o Brasil exportou para o mercado chinês em 2025.
Segundo o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Roberto Perosa, o setor já operava em "sinal de alerta", com projeções de que o teto seria atingido ainda no primeiro semestre.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.







