A medida atende determinação do Tribunal de Contas da União (TCU) de quarta-feira, 6, como condicionante para liberação do aporte federal de R$ 2,6 bilhões para obras do túnel submerso e visa garantir rastreabilidade, governança e uso exclusivo dos valores na futura parceria público-privada (PPP).
Segundo a APS, os recursos permanecerão vinculados à autoridade portuária, mas ficarão indisponíveis para qualquer finalidade diferente da execução do empreendimento. A estrutura financeira foi desenhada para assegurar maior segurança jurídica ao projeto e cumprir exigências dos órgãos de controle.
"Os fundos permanecerão vinculados à APS, mas com indisponibilidade operacional para quaisquer finalidades diversas", afirmou a APS por meio de nota.
O presidente da APS, Anderson Pomini, disse que a conta segregada representa um "passo decisivo e seguro" para garantir o cronograma da obra e proteger o aporte público destinado à infraestrutura portuária.
Ele afirmou ainda que a autorização foi concedida de forma imediata para atender às determinações do TCU e assegurar disponibilidade financeira ao projeto.
A APS também solicitou que o Banco do Brasil comunique formalmente a Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp) sobre a efetivação do bloqueio dos recursos, etapa considerada necessária para o fluxo de desembolsos previsto no contrato da concessão patrocinada.
O próximo passo será a formalização, entre União e governo de São Paulo, de um instrumento conjunto de prestação de contas e acompanhamento financeiro da PPP, conforme exigido pelo TCU.
(Com Agência Estado)
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