Terça-feira, 12 de Maio de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Polícia Terça-feira, 12 de Maio de 2026, 09:24 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Terça-feira, 12 de Maio de 2026, 09h:24 - A | A

FAMÍLIA CONTESTA CONFRONTO

Vídeo mostra últimos momentos de servidor do Liceu Cuiabano morto em ação da PM em Cuiabá

Família de Valdevino Fidélis contesta versão de cárcere privado e cobra esclarecimentos sobre intervenção policial no bairro Goiabeiras.

SILVÉRIO ALMEIDA
Da redação

Um vídeo gravado dentro da casa do servidor público Valdevino Fidélis, de 65 anos, registrou os momentos que antecederam a ocorrência policial que terminou com a morte dele, na noite desta segunda-feira (11), no bairro Goiabeiras, em Cuiabá.

Nas imagens, Valdevino aparece fazendo declarações sobre problemas pessoais e afirma que “iria morrer hoje”. Em outro trecho, ele pede para que a enteada acione a polícia “para levar o corpo”.

A Polícia Militar foi chamada após denúncias de que o servidor estaria mantendo a enteada em cárcere privado dentro da residência. Conforme informações preliminares, ao chegarem ao imóvel, os policiais encontraram Valdevino armado com um revólver. Durante a intervenção, ele foi baleado e morreu ainda no local.

FAMÍLIA CONTESTA VERSÃO DA POLÍCIA

Familiares, no entanto, contestam a versão apresentada inicialmente sobre o suposto cárcere privado. Em entrevista, a irmã da vítima, identificada como Valquíria, afirmou que Valdevino apenas conversava com a enteada quando a PM foi acionada.

Segundo ela, uma denúncia teria relatado uma suposta ameaça ou situação de sequestro envolvendo a jovem, versão negada pela família. A irmã afirmou ainda que o servidor tinha uma relação próxima com a enteada, tratada por ele como “filha única”.

Valquíria também destacou que o irmão possuía porte legal de arma de fogo, não tinha antecedentes criminais e trabalhava como servidor público no Liceu Cuiabano.

De acordo com a familiar, a sobrinha que estava na residência relatou que os disparos efetuados pelos policiais ocorreram de maneira “arbitrária”.

A dinâmica da ocorrência ainda será apurada pela Polícia Civil. O delegado Bruno Abreu informou que a enteada deverá prestar depoimento para ajudar a esclarecer os fatos.

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros