Segundo o estudo, as barreiras não geográficas impostas por províncias e territórios - diferenças de licenciamento, padrões regulatórios, compras governamentais e exigências administrativas - equivalem, em média, a uma tarifa de 9% sobre bens e serviços que cruzam as divisões internas do país.
Em setores como saúde e educação, o custo chega ao equivalente a 40%, patamar que praticamente inviabilizaria qualquer tratado internacional de comércio, diz o fundo.
Embora o Canadá figure entre as economias mais abertas do mundo, com forte integração a cadeias globais, sua própria malha doméstica segue fragmentada. Os efeitos atingem principalmente o setor de serviços, responsável pela maior parte das trocas interprovinciais e onde as oportunidades de ganho de escala são mais relevantes.
O impulso, de acordo com a análise, viria não de um choque pontual de demanda, mas de ganhos permanentes de produtividade, decorrentes de melhor alocação de capital e trabalho, competição mais acirrada e ampliação de mercado para empresas de alto desempenho.
(Com Agência Estado)
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