"Para ser absolutamente claro, e eu disse isso ao presidente, 'eu quis dizer o que disse em Davos'", afirmou Carney nesta terça-feira, antes de uma reunião do gabinete. "Era um conjunto mais amplo de questões, e o Canadá foi o primeiro país a compreender a mudança na política comercial dos EUA que ele iniciou, e estamos respondendo a isso."
A conversa telefônica ocorreu dias depois de Trump ameaçar o Canadá com tarifas de 100% caso o país firmasse um acordo de livre comércio com a China, maior rival dos EUA. Neste mês, Ottawa e Pequim chegaram a uma trégua comercial, concordando em reduzir tarifas sobre veículos elétricos fabricados na China e produtos agrícolas canadenses.
Em publicações na Truth Social, Trump se referiu a Carney como "governador", em alusão a comentários anteriores do presidente sobre o uso de força econômica para pressionar o Canadá a se tornar o 51º Estado americano. Trump também alertou que o Canadá "está se destruindo sistematicamente" ao aprofundar os laços econômicos com a China.
Carney disse que conversou com Trump sobre a diversificação do comércio canadense no exterior "e expliquei a ele nosso arranjo com a China".
O premiê e outros altos funcionários do governo canadense afirmaram que não têm interesse em buscar um acordo de livre comércio com a China. Fonte: Dow Jones Newswires.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
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