As suspeitas, diz a ANP, são de volumes de GLP negociados a preços possivelmente acima dos Preços de Paridade de Importação (PPI). "A atuação da ANP busca verificar a conformidade das práticas adotadas com a legislação vigente", diz em nota.
Fontes próximas ao assunto ouvidas pela Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado informaram que o leilão registrou ágio acima de 100%.
A ANP informou ainda que equipes estiveram na Refinaria Duque de Caxias (REDUC), localizada em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro; e na Refinaria Gabriel Passos (REGAP), em Betim, Minas Gerais. Ainda conforme as fontes ouvidas pela Broadcast, no polo Duque de Caxias, o ágio foi de 117% em relação ao preço de referência do polo. Considerando as vendas em sete polos da estatal, o volume de GLP vendido no certame corresponde a cerca de 12% do total vendido mensalmente, apurou a Broadcast.
A ANP diz que a fiscalização não representa juízo prévio de que ocorreram irregularidades. Esclarece ainda que somente caso sejam constatadas infrações poderão ser adotadas medidas administrativas que podem resultar em multa.
A fiscalização tem como um de seus fundamentos a Medida Provisória nº 1.340/2026, que alterou a Lei nº 9.847/1999, ampliando as competências da ANP para apuração de infrações relacionadas, entre outros pontos, à elevação abusiva de preços e à recusa injustificada de fornecimento de combustíveis, biocombustíveis e derivados de petróleo.
(Com Agência Estado)
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