Os advogados do DoJ protocolaram, em um tribunal federal de São Francisco, um aviso de intenção de apelar da decisão da juíza distrital Rita Lin, que na semana passada impediu o Departamento de Defesa de classificar a Anthropic como "risco à cadeia de suprimentos" e barrou a execução de uma diretriz de Trump nas redes sociais que ordenava a suspensão do uso da empresa pelo governo federal. A Corte de Apelações do 9º Circuito, que analisará o caso, fixou prazo até 30 de abril para que o DoJ apresente seus argumentos.
Na decisão, Lin afirmou que as "medidas punitivas amplas" adotadas pelo governo Trump e pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth, aparentavam ser arbitrárias e poderiam "paralisar a Anthropic", destacando o uso de uma autoridade militar rara, historicamente aplicada contra adversários estrangeiros.
A reação no Pentágono foi dura. O subsecretário de Defesa, Emil Michael, chefe de tecnologia do Departamento, classificou a ordem como "uma vergonha" e disse que ela limita a capacidade de Hegseth de conduzir operações "com os parceiros que escolher".
A juíza havia suspendido os efeitos de sua decisão por uma semana para permitir recurso e ressaltou que a ordem não obriga o Pentágono a usar produtos da Anthropic nem impede a migração para outros fornecedores.
*Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
(Com Agência Estado)
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