A PGR alega risco de que recursos orçamentários imprescindíveis ao adequado funcionamento do Parquet (MP) deixem de ser entregues.
O motivo do pedido foi a paridade estabelecida na Constituição entre o Judiciário e o Ministério Público. No ano passado, o Supremo atendeu a um pedido da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e excluiu as receitas próprias do Judiciário do teto de gastos.
A ação da PGR foi distribuída por prevenção para o ministro Alexandre de Moraes, que foi relator do processo da AMB.
"Não ressalvar as receitas próprias do Ministério Público da União do teto de gastos previsto na Lei Complementar n. 200/2023 implica desequiparação em tema que o Constituinte impôs tratamento paritário", diz a petição.
(Com Agência Estado)
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