Principal indicador de rentabilidade, o retorno sobre o patrimônio líquido (ROAE) do banco ficou em 16,2% em junho, de 14,6% um ano antes. Ao fim do primeiro trimestre, o indicador estava em 15,8%.
A margem financeira bruta atingiu R$ 20,8 bilhões no trimestre, avanço anual de 15,7%. Já a margem líquida, que desconta as despesas com provisões para perdas, avançou 9,9% em 12 meses, a R$ 10,88 bilhões.
A margem com clientes totalizou R$ 20,2 bilhões, uma expansão de 13,8% no comparativo anual. A margem com clientes líquida, por sua vez, foi a R$ 10,2 bilhões, alta anual de 6,2%.
Nas operações da tesouraria, a margem com mercado somou R$ 673 milhões no período, bem acima dos R$ 288 milhões de um ano antes.
"O Bradesco aproveitou boas oportunidades de negócios e entregou o décimo trimestre seguido de aumento do lucro líquido e expansão do ROAE. Nossas receitas se mostram resilientes ao cenário macro", ressaltou o banco ao apresentar os números.
Sobre as margens, o banco destaca que tiveram bom desempenho, e no caso da margem com o mercado, "revela boa gestão de risco e boas oportunidades em negócios com derivativos e produtos estruturados para clientes". Já a margem com clientes cresceu, refletindo aumento do volume de crédito e spread.
(Com Agência Estado)
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