A receita líquida foi de US$ 174 milhões, alta de 56,5% ante o primeiro trimestre, com Ebitda ajustado de US$ 91 milhões e margem de 52%. Na operação, a frota própria teve 100% de utilização, com uptime (tempo de atividade) de 98% e eficiência de receita de 96%.
Criada em junho de 2023, a empresa acumulou receita líquida de aproximadamente US$ 1,5 bilhão no período e investiu US$ 265 milhões em manutenções programadas, integridade e modernização da frota. Nesse período, a Foresea dobrou o número de ativos sob sua operação ao incorporar cinco contratos para serviços de operação e gestão de ativos de terceiros.
"Em apenas três anos, construímos uma empresa sólida, financeiramente saudável e reconhecida pela excelência de suas operações", disse em nota o presidente da companhia, Rogério Ibrahim, ao destacar a ampliação da carteira e a maior previsibilidade para os próximos anos. A companhia afirma ainda que sua frota própria está 100% contratada até o fim de 2027.
Com o desempenho, a empresa aprovou uma nova distribuição de US$ 50 milhões aos acionistas, paga em julho. Segundo a Foresea, nos últimos três anos o retorno total aos acionistas foi de aproximadamente US$ 465 milhões, enquanto a companhia manteve disciplina financeira e investimentos contínuos em confiabilidade, modernização e capacitação das equipes.
A Foresea atua com as sondas ODN I, ODN II, Norbe VI, Norbe VIII e Norbe IX e diz possuir certificação APIQ2 para toda a frota, um sistema de gestão de qualidade. A ODN II está arrendada pela Petrobras para explorar a Margem Equatorial brasileira.
*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast
(Com Agência Estado)
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