A maior pressão veio da linha de mercado de capitais e assessoria financeira, cujas receitas recuaram 17,2% no confronto anual, a R$ 526 milhões. O Bradesco BBI assessorou 122 operações no período, totalizando cerca de R$ 174,2 bilhões em volume de transações. Em renda fixa, houve assessoria e estruturação de 110 transações, com volume de R$ 163,3 bilhões. Em fusões e aquisições, foram 10 operações assessoradas, totalizando R$ 7,7 bilhões. Em ações, também foram assessoradas 2 ofertas, que somaram R$ 3,2 bilhões.
As receitas com cartões apresentaram alta anual de 0,8%, somando R$ 4,494 bilhões, o maior volume entre as receitas de serviços do Bradesco. No segmento, os cartões de crédito registraram volume transacionado de R$ 99,514 bilhões, com crescimento de 8,8% em 12 meses. Os clientes de alta renda responderam por cerca de 52% do faturamento total, com crescimento de 29% em relação ao segundo trimestre de 2025.
Em contas correntes, o Bradesco registrou R$ 1,628 bilhão em receitas no trimestre, volume 2,9% menor que no mesmo período do ano passado. O banco encerrou junho com 38,2 milhões de correntistas, ante 38,1 milhões um ano antes.
Em administração de fundos, as receitas saltaram 10% em 12 meses e somaram R$ 984 milhões no trimestre. Segundo o banco, o resultado foi impulsionado pela expansão do patrimônio líquido sob administração, além de maiores receitas de performances fees no período.
Em operações de crédito, a receita apresentou queda de 12,1% na comparação anual, somando R$ 593 milhões no trimestre. Já serviços de custódia e corretagem saltaram 26,4%, a R$ 617 milhões.
No semestre, as receitas com consórcios foram outro destaque de expansão, com alta anual de 14%, a R$ 24,7 bilhões impulsionadas pelo aumento das vendas no segmento de imóveis.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.










