A mochileira várzea-grandense Fabielle Guia realizou uma trilha no vulcão Monte Rinjani, na Indonésia. O local ganhou repercussão internacional após o acidente envolvendo a brasileira Juliana Marins, que morreu depois de cair em um desfiladeiro durante a expedição.
O caso causou grande comoção e mobilizou equipes de resgate por quatro dias até a localização do corpo da publicitária, conhecida por gostar de explorar destinos considerados desafiadores.
Apesar da tragédia e dos riscos envolvidos, Fabielle afirma que o espírito aventureiro fala mais alto. Segundo ela, muitas pessoas consideram esse tipo de experiência uma “loucura”, mas o desejo de conhecer novos lugares e culturas segue sendo sua principal motivação.
No post publicado no Instagram, Fabi afirma ser uma mulher movida pela coragem, pelos sonhos e pela vontade de explorar o mundo. Ela também reflete sobre os perigos enfrentados pelas mulheres no cotidiano e destaca que, mesmo permanecendo trancada em casa durante anos, ainda assim talvez não estivesse 100% segura apenas por ser mulher.
A mochileira faz viagens no estilo “mochilão” desde 2025 e já passou por países como Singapura, Tailândia, Vietnã, Malásia, Namíbia, África, Peru e Argentina.
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