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Cidades Sexta-feira, 26 de Junho de 2026, 14:17 - A | A

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Sexta-feira, 26 de Junho de 2026, 14h:17 - A | A

DE VOLTA PARA CASA

Cão Teddy tem alta um mês após internação por sofrer queimaduras em pet shop

O cachorro continuará a recuperação ao lado da família; animal foi vítima em clínica clandestina

CAMILA RIBEIRO
Da Redação

O cão da raça Shih Tzu, Teddy, recebeu alta nesta sexta-feira (26) após passar um mês internado em uma clínica de Cuiabá. O animal foi vítima de queimaduras de segundo grau em um estabelecimento clandestino no dia 13 de maio, no bairro Jardim das Palmeiras. Ele passou por tratamento intensivo para cicatrização da pele por meio de sessões de ozônio e laserterapia. Teddy ainda está em recuperação e vai continuar o tratamento ao lado dos tutores.

A tutora de Teddy, Maria Lucilene, compartilhou nas redes sociais a saída do cão da clínica São Francisco. Teddy estava com o corpo enfaixado e em pé. "Graças a Deus o Teddy sobreviveu e hoje está voltando para casa", registrou a tutora.

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O Teddy sobreviveu e hoje está voltando para casa

Quando o tratamento de Teddy começou, Maria Lucilene Silva Barros iniciou uma vaquinha online para pagar pelas consultas, medicamentos, diárias da internação e terapias alternativas.

"Desde já agradeço a todos guerreiros que ajudaram financeiramente e com orações", escreveu a tutora aos seguidores que a auxiliaram.

DONA DE PET SHOP FOI PRESA

O caso ganhou forte repercussão e desencadeou uma investigação da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), que prendeu em flagrante a proprietária do estabelecimento clandestino, de 45 anos. 

A dona do pet shop onde Teddy foi vítima de queimaduras foi autuada por fraude processual após a polícia flagrar seu marido retirando os equipamentos do local para obstruir a perícia técnica, sendo liberada após pagar uma fiança de R$ 4,8 mil.

A reviravolta jurídica do caso ocorreu quando as equipes da Polícia Civil constataram que os proprietários do "Luxo Banho e Tosa" tentaram maquiar a cena do incidente. Imagens obtidas pelos investigadores mostraram o marido da investigada e outro homem retirando as máquinas de secar do imóvel e colocando os aparelhos em uma caminhonete, transportando-os para uma casa da família em Várzea Grande antes da chegada dos peritos.

Para agravar a situação administrativa da empresa, a fiscalização do órgão de defesa do consumidor constatou que o local já acumulava outras quatro reclamações anteriores registradas por clientes.

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