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Cidades Quinta-feira, 05 de Fevereiro de 2026, 13:41 - A | A

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Quinta-feira, 05 de Fevereiro de 2026, 13h:41 - A | A

2025 X 2026

Após explosão de casos, Cuiabá registra queda nos casos de Dengue e Chikungunya

Boletins apontam redução expressiva das arboviroses após aumento alarmante em 2025, mas autoridades mantêm alerta e reforçam prevenção

DA REDAÇÃO

A Prefeitura de Cuiabá divulgou os boletins epidemiológicos de 2025 e 2026, que mostram uma redução significativa nos casos de Dengue e Chikungunya neste ano. Após um aumento expressivo das notificações em 2025, o cenário atual indica queda acentuada, resultado das ações de combate ao mosquito Aedes aegypti e da participação da população.

Em 2025, a capital registrou um dos períodos mais críticos em relação às arboviroses. A Chikungunya apresentou crescimento superior a 6.500%, passando de uma média semanal de 5 notificações em 2024 para 305 casos em 2025. Na quarta semana epidemiológica daquele ano, foram contabilizados 605 casos e quatro óbitos confirmados. A Dengue também avançou, com aumento de 386% e média semanal de 167 casos.

Já em 2026, os números caíram de forma expressiva. Até a quarta semana epidemiológica, a Dengue registrou 90 notificações e 49 confirmações, com média semanal de 22,5 casos. A Chikungunya apresentou 14 notificações e 12 confirmações, com média semanal de apenas 3,5 casos. A Zika teve uma notificação, sem confirmação.

Apesar da melhora, a Vigilância em Saúde mantém alerta, já que há um óbito por Dengue em investigação. As equipes vistoriaram mais de 72 mil imóveis, trataram 8.393 residências e eliminaram 3.025 depósitos com focos do mosquito.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a redução está ligada à intensificação das ações de campo e à conscientização da população. Entre as medidas recomendadas estão a eliminação de recipientes com água parada, a vacinação contra Dengue para crianças de 10 a 14 anos e a busca por atendimento médico em caso de sintomas.

Mesmo com a queda expressiva, o enfrentamento às arboviroses segue permanente, especialmente no período chuvoso, quando há maior risco de proliferação do mosquito.

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