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Economia Quinta-feira, 05 de Fevereiro de 2026, 15:30 - A | A

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Quinta-feira, 05 de Fevereiro de 2026, 15h:30 - A | A

Rio Tinto e Glencore abandonam conversas de fusão que criaria gigante da mineração

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

A Rio Tinto disse que não está mais considerando uma possível fusão com a Glencore após semanas de conversas, encerrando um potencial acordo que teria criado a maior empresa de mineração do mundo com um valor de mercado de mais de US$ 200 bilhões. As empresas disseram que não conseguiram chegar a um consenso sobre os termos principais de um possível acordo, que incluía a Rio Tinto mantendo tanto os cargos de presidente quanto de diretor executivo e a propriedade pro forma do grupo combinado.

Uma aquisição da Glencore pela Rio Tinto teria catapultado o grupo combinado ao topo da indústria de mineração de cobre. No entanto, a Glencore disse que esses termos subestimavam significativamente seu negócio e a contribuição da empresa para a entidade resultante da fusão, o que significava que não seriam do melhor interesse de seus acionistas.

O grupo disse que permanece forte como uma empresa independente graças a um negócio bem diversificado em uma gama de commodities e aos esforços recentes para simplificar suas estruturas operacionais.

As ações da Glencore caíram mais de 8% em Londres, enquanto as ações da Rio Tinto caíram 3%.

No mês passado, as duas empresas confirmaram que estavam em conversas sobre uma possível combinação de alguns ou todos os seus negócios, o que poderia ter incluído uma aquisição total em ações da trader e mineradora listada em Londres Glencore pela gigante mineradora anglo-australiana Rio Tinto.

As negociações de fusão estavam ocorrendo em meio a um aumento nos preços do cobre, que recentemente ultrapassaram US$ 14.500 por tonelada métrica em Londres, enquanto os compradores se preocupam com a disponibilidade de suprimento.

Como a maioria das grandes mineradoras, a Rio Tinto está priorizando uma expansão de seu negócio de cobre, apostando que o metal industrial será uma commodity quente à medida que o mundo constrói mais veículos elétricos, infraestrutura de energia renovável e centros de dados. Fonte: Dow Jones Newswires.

Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

(Com Agência Estado)

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