Nesta semana ocorre a última fase do processo, com a oitiva das testemunhas. A representação com a sugestão de punições foi enviada pela Corregedoria da Câmara, chefiada pelo deputado Diego Coronel (PSD-BA).
A leitura do relatório deve ser feita após o dia 27, em sessão a ser marcada pelo presidente do Conselho de Ética.
Em agosto de 2025, Van Hattem, Trovão e Pollon se aliaram a dezenas de outros parlamentares da oposição em protesto contra a prisão domiciliar decretada contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) à época.
O corregedor da Câmara pediu a suspensão do mandato de Van Hattem e de Trovão por 30 dias por obstruírem a cadeira da presidência da Casa.
No caso de Pollon, Coronel pediu mais 60 dias por ele ter chamado o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), de "bosta" e "baixinho de um metro e sessenta". Esse outro caso está sob a relatoria do deputado Ricardo Maia (MDB-BA).
A obstrução de bolsonaristas conduzida no plenário da Câmara durou dois dias. Para impedir os trabalhos, eles literalmente obstruíram as Mesas Diretoras, chegando ao ápice de se acorrentarem às cadeiras para impedir que fossem retirados.
(Com Agência Estado)
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