Companheiro de partido de Jaques Wagner há décadas, Marinho ressaltou que tem respeito pela atuação do senador na articulação política do governo no Congresso e afirmou não saber qual será a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ainda assim, disse que, em sua avaliação pessoal, seria justificável a substituição temporária da liderança do governo no Senado.
"Às vezes, a pessoa tem que deixar a sua posição para se defender. De repente, se justifica deixar a liderança e o presidente nomear outra liderança. É o que eu faria. Estou falando uma avaliação pessoal. Quem decide é o presidente Lula", afirmou a jornalistas, durante evento de anúncio da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) - Mensal, na sede do Ministério, em Brasília (DF).
Marinho disse ainda que entrou em contato com Jaques Wagner após a operação da PF para manifestar solidariedade e evitar qualquer julgamento antecipado.
"Liguei para o Jaques um dia posterior à operação para prestar a minha solidariedade, porque eu sei que ele sofreu uma devastação em 2018 e comprovou-se sua inocência. Eu torço para que, de fato, não tenha absolutamente nada em relação a ele no caso Master.
(Com Agência Estado)
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