As declarações ocorreram nesta quarta-feira, 28, a jornalistas, após uma reunião do colégio de líderes na residência oficial do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Na ocasião, Lindbergh relembrou já ter assinado a proposta de CPI de Rollemberg.
"A gente sabe que a grande investigação está sendo feita pelo próprio Banco Central e pela Polícia Federal, mas o caminho dessa CPI do Rodrigo Rollemberg é um caminho em que a bancada vai discutir na terça-feira", declarou.
Na sequência, Lindbergh disse que a proposta de Rollemberg é "muito sólida", diferentemente da apresentada pelo deputado Carlos Jordy (PL-RJ), da oposição. "Nós vamos tentar tratar. Quer-se muito um acordo político para ver se a gente monta essa CPI pela Câmara dos Deputados", afirmou.
O petista também disse que a legenda não ficará "na defensiva" nesse assunto e que a orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é de "apurar tudo". Lindbergh, no entanto, disse que Hugo Motta "não sinalizou nada" sobre qual rumo dar à questão.
"Esse assunto vai ser discutido. Alguma coisa vai ter que ser feita", declarou. "A investigação mesmo quem faz é a Polícia Federal, a Receita Federal. Mas nós queremos apurar tudo."
O líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), afirmou que há 17 requerimentos na fila dos pedidos de CPI em tramitação. O deputado sustentou que não é possível, regimentalmente, cancelar essa ordem em favor da CPI do Banco Master.
(Com Agência Estado)
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