A Procuradoria-Geral da República (PGR) ainda está analisando a proposta de colaboração e não deu uma resposta formal até o momento.
A avaliação dos investigadores da Polícia Federal foi que as informações apresentadas pelo dono do Banco Master não traziam novidades diante das provas já colhidas na investigação, como do próprio telefone celular de Vorcaro.
A primeira proposta apresentada por Vorcaro havia sido rejeitada em 20 de maio. Na ocasião, a PF rejeitou o material, mas a PGR demonstrou disposição em dar prosseguimento às negociações e receber complementos.
Depois disso, ele trocou a equipe de defesa e reformulou sua tentativa de delação premiada, entregando novos anexos e aprofundandos informações. Como mostrou o Estadão, Vorcaro, por exemplo, modificou o anexo que relatava pagamentos ao senador Ciro Nogueira (PP-PI) sob a justificativa de "relação de amizade" entre eles e passou a tratar os repasses como propina.
As modificações, entretanto, não foram suficientes para convencer os investigadores, que consideravam que o banqueiro continuava agindo para proteger aliados e fazer uma delação seletiva.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.







