A PF cumpriu sete mandados de busca e apreensão nos estados de Rondônia, Goiás e Alagoas, além de um mandado de prisão preventiva. A Justiça Federal também determinou o sequestro de bens e valores no montante de R$ 22 milhões.
A investigação teve origem em informações obtidas durante operações de combate ao garimpo ilegal e aponta que integrantes da organização criminosa teriam recebido antecipadamente informações sobre ações policiais e fiscalizatórias, permitindo a adoção de medidas para dificultar a atuação do poder público e assegurar a continuidade das atividades ilícitas.
Entre os alvos da Operação Âmbitus está um servidor público federal, ocupante do cargo de policial federal, suspeito de repassar informações sensíveis em benefício da quadrilha.
A PF também investiga supostos crimes de lavagem de dinheiro, mediante a utilização de empresas e outras estruturas destinadas à movimentação e ocultação de recursos oriundos do garimpo clandestino.
Os investigados poderão responder, na medida de suas participações, pelos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, violação de sigilo funcional, organização criminosa e lavagem de dinheiro.Segundo a PF, a investigação ainda vai ter sequência para identificar todos os envolvidos e aprofundar a apuração dos fatos.
(Com Agência Estado)
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