A decisão ainda diz que o transporte e segurança do custodiado devem ser realizados pela Polícia Federal (PF) "de maneira discreta" e o desembarque deverá ser feito nas garagens do hospital. "A Polícia Federal deverá providenciar a completa vigilância e segurança do custodiado durante a realização dos exames e o posterior retorno à Superintendência da Polícia Federal", determinou Moraes.
Os advogados de Bolsonaro alegaram que o pedido médico para exames descreve um "quadro clínico compatível com traumatismo craniano, síncope noturna associada a queda, crise convulsiva a esclarecer, oscilação transitória de memória e lesão cortante em região temporal direita".
Na terça, após nota da Polícia Federal (PF) informando que foram constatados apenas ferimentos leves, sem necessidade de encaminhamento hospitalar, Moraes afirmou não ver urgência em ir ao hospital. O ministro solicitou, contudo, detalhes sobre os exames previstos e o laudo médico elaborado pela PF. A autorização foi concedida nesta quarta, após o envio dessas informações.
Segundo a defesa, os médicos de Bolsonaro recomendam de forma "expressa" os seguintes exames: tomografia computadorizada e ressonância magnética do crânio, além de um eletroencefalograma.
A queda do ex-presidente foi mencionada pela ex-primeira-dama, Michele Bolsonaro, em suas redes sociais. Em publicação no Instagram, ela escreveu que o ex-presidente "não está bem" e teria batido a cabeça em um móvel após ter uma "crise", enquanto dormia.
(Com Agência Estado)
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