"Seremos um presidente que, apoio do povo, faremos cumprir a Constituição ... Se a lei de responsabilidade for descumprida, não seremos omissos, cumpriremos a lei", afirmou.
Marinho voltou a criticar Lula nominalmente e disse que o presidente é um "Robin Hood às avessas, que dá com uma mão e tira com a outra".
O parlamentar disse considerar ter mais de 40 votos hoje e criticou o atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), que deve tentar a reeleição com o apoio do governo e da esquerda. Marinho falou que Alcolumbre tentará captar votos "com recursos e verbas".
O senador chamou o movimento pró-Lula criado por André Janones como um "Exército de mentira". Falou, entanto, que, se eleito, não usaria o comando do Senado para barrar todas as medidas do governo Lula.
"Se Deus quiser, seremos presidente do Congresso. Respeitarei dissidência, porque somos democratas e queremos diálogo", disse. "Não seremos inconsequentes, não paralisaremos governo".
Segundo ele, se o Palácio do Planalto enviar "medidas boas", o Senado as aprovará.
Em outro momento, Marinho se emocionou ao comentar a derrota de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e disse, sem provas, que o "Zero Um" enfrentou uma "Polícia Federal aparelhada".
(Com Agência Estado)
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