A investigação apura a atuação de uma "organização criminosa transnacional" liderada por um núcleo familiar e associada a facções criminosas, com participação de policiais militares e um policial rodoviário federal.
Segundo as investigações, a organização utilizava armamento, estruturas de apoio e veículos blindados para exercer controle territorial e intimidar grupos rivais na região de fronteira.
A Operação Ifrit cumpre medidas judiciais em Mato Grosso do Sul e outros seis Estados: Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso, Goiás e Rondônia.
As investigações apontam que drogas e armas eram obtidas na Bolívia, no Peru e no Paraguai, abastecendo redes de distribuição no Brasil e rotas internacionais de tráfico de entorpecentes destinadas à Europa, especialmente à Espanha e a Portugal.
O nome da operação faz alusão aos ifrits, seres sobrenaturais da mitologia árabe e da tradição islâmica, descritos como criaturas formadas de fogo sem fumaça.
(Com Agência Estado)
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