"Sábado, a gente tem que sair resolvido essa questão, sem penalizar ninguém, e voltar ao projeto original, que é uma união em nome de um só, para a gente conseguir fazer uma coligação ampla", disse Pettersen, em entrevista à Veja TV.
Na quarta-feira, 29, o Republicanos divulgou uma nota informando que, após meses de indefinição, Cleitinho não seria mais candidato. No mesmo dia, o senador convocou uma entrevista coletiva e, contrariando a própria legenda, insistiu que seu nome seguia no páreo e que conversaria com Marcos Pereira para tentar convencê-lo a oficializar seu nome.
Cleitinho aparece em primeiro lugar na pesquisa Genial/Quaest mais recente, com 35% das intenções de voto para governador. O segundo colocado, o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), tem 12%.
A definição do senador pela candidatura ao governo mineiro acontece no mesmo momento em que Marcelo Aro (PP), ex-secretário de Governo de Romeu Zema (Novo), rompeu com o atual governador, Mateus Simões (PSD), e tenta se lançar ao Executivo. Para isso, Aro busca firmar uma aliança com o Republicanos e o PL, do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro.
Pettersen confirmou que diante da dúvida de Cleitinho, o Republicanos procurou Aro para firmar uma aliança. Entretanto, com a decisão em disputar o Tiradentes, a tendência é reunificar a direita em torno do senador.
"A gente está trazendo todas essas pessoas que tentaram viabilizar uma campanha solo, para a gente unir e voltar à fase inicial, que era unificar todo mundo em nome do Cleitinho. Nós estamos buscando isso aí", afirmou Pettersen.
(Com Agência Estado)
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