"Mesmo após o claro recado de basta dado pelas urnas, Alexandre de Moraes mais uma vez tumultua o País com uma decisão arbitrária, inoportuna e inócua", afirmou Eduardo.
Ele também disse que os Estados Unidos "já deixaram claro que não cumprem decisões" dessa natureza. Eduardo vive atualmente foragido no país.
Segundo o ex-deputado, o efeito prático da decisão seria "acirrar ainda mais, e sem nenhuma necessidade, os ânimos do País". Na sequência, levou a reação para a eleição presidencial. "Felizmente, no próximo dia 25, o povo brasileiro dará o seu recado final elegendo Flávio Bolsonaro, que, com o novo Congresso, vai restaurar a normalidade no Brasil", declarou.
Moraes determinou nesta quinta o início da execução da pena de Eduardo, condenado por unanimidade pela Primeira Turma do STF pelo crime de coação no curso do processo. O ministro também determinou a expedição de mandado de prisão contra o ex-deputado, o cancelamento de passaportes emitidos pelo governo brasileiro e a suspensão de seus direitos políticos durante o cumprimento da pena.
A decisão ocorre após o trânsito em julgado da ação, encerrado em 3 de outubro. Segundo o entendimento firmado pela Primeira Turma, Eduardo atuou para viabilizar sanções do governo dos Estados Unidos contra ministros do STF com o objetivo de influenciar o resultado da ação penal em que Jair Bolsonaro respondia por tentativa de golpe.
(Com Agência Estado)
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