Durante a agenda, Alckmin discursou aos apoiadores e chamou a atenção para a necessidade de diminuir a abstenção dos eleitores no segundo turno. "Vamos trabalhar até o dia 25. 33 milhões de pessoas não foram votar. Vamos conversar com essas pessoas. O voto agora é rápido, é só um voto, e é só no 13", disse. Em números relativos, o último domingo registrou a maior taxa de abstenção em uma eleição desde 1998, com 21,08% do total de eleitores aptos deixando de comparecer às urnas.
Nas redes sociais, Alckmin publicou fotos da visita e escreveu que a comunidade de Paraisópolis "deseja mudança". "Uma das maiores comunidades do País também quer mudança, mas sabe que a gente só muda se for para melhor. E a única mudança segura é com Lula", escreveu.
Após o primeiro turno, parte das críticas feitas à campanha de Lula foram sobre a pouca participação de Alckmin em atos e peças de propaganda da chapa. Ontem, o vice-presidente já havia cumprido agenda de campanha na Feira Central de Ceilândia, no Distrito Federal.
Haddad
Também na capital paulista, o candidato derrotado do PT para o governo de São Paulo, Fernando Haddad, fará uma panfletagem de campanha de Lula na região da Avenida Paulista no final da tarde desta quinta-feira, 08.
Será a primeira agenda pública do ex-ministro da Fazenda após o domingo do primeiro turno da eleição. Com 36,4% dos votos válidos, Haddad ficou em segundo lugar na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes e viu o atual governador, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ser reeleito no primeiro turno.
(Com Agência Estado)
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