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Brasil Sábado, 01 de Agosto de 2026, 16:30 - A | A

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Sábado, 01 de Agosto de 2026, 16h:30 - A | A

Caiado diz que Lula e Bolsonaro são adversários da população e fala em desordem institucional

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O candidato à Presidência da República do PSD, Ronaldo Caiado, disse neste sábado, 1, que seus dois principais oponentes na disputa eleitoral - o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) - são adversários da população brasileira. Caiado falou com a imprensa após participar da convenção estadual do PSD em Santa Catarina, realizada em Florianópolis. O evento oficializou a candidatura do ex-prefeito de Chapecó João Rodrigues ao governo catarinense.

Indagado qual dos dois - Lula e Flávio - considera seu maior adversário, Caiado criticou ambos. "Os dois mais rejeitados do País são exatamente o Lula e o Flávio. Então, você não pode ter um país com eleição de rejeitados", afirmou Caiado em entrevista coletiva.

"Hoje o Brasil não pode ter candidatos que um fica brigando com o outro pela mesma causa, o mesmo interesse pessoal, pela vaidade do poder e o povo brasileiro deixado em segundo patamar", prosseguiu. "Os dois são grandes adversários da população brasileira. Um já governou por cinco mandatos (seu partido), o outro já governou. E por que é que não deram conta de resolver?", completou.

Ele lembrou que tanto Lula quanto Flávio já indicaram a indisposição a participar de debates eleitorais e os chamou de "fujões". "O que eu tenho a apresentar não é contra um nem contra outro, é mostrar um caminho outro para o Brasil. Sair dessa vinculação de um com o outro, que nunca foi um traço da política nacional, isso foi criado nesses últimos anos."

O ex-governador de Goiás ainda sustentou que há uma "desordem institucional" no País, em que o cidadão não acredita no Supremo Tribunal Federal (STF), no Congresso Nacional, nem no presidente da República.

"O que é o programa do PSD? É realmente sair dessa discussão estéril, inútil, em que um se alimenta do outro e não fazem nada", afirmou. Em seguida, disse que há uma "briga burra" no País, que fomenta o ódio e que não discute os problemas práticos da vida do cidadão.

(Com Agência Estado)

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