Mas, ao contrário do prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), que usou o palanque da convenção só para fazer ataques ao PT e a Haddad, Tarcísio preferiu usar mais do seu tempo de fala para exaltar suas realizações do que atacar o adversário.
Mas ao listar seus feitos, disse que está levando tratamento de esgoto a Perus e Guarulhos, cumprindo o marco do saneamento básico ao que o PT de Haddad foi contrário.
"Antes, muitos prometeram despoluir os rios Tietê e Pinheiros. Mas como fazer isso sem tratar do esgoto?", questionou.
No campo das propostas, Tarcísio disse que vai levar o metrô até Taboão da Serra e o trem até Parelheiros, extremo sul da capital paulista.
"E aí gente precisa fazer uma reflexão. Olha tudo que nós fizemos. Um programa de habitação da história, menores indicadores criminais da história, um programa de infraestrutura da história, uma expansão do metrô da história, só recorde. E nós não tivemos o patrocínio do governo federal. Agora imagine o que vai acontecer com o Estado de São Paulo, com o Flávio Bolsonaro na Previdência da República. Imagine a diferença. Imagine nós todos, nós temos tudo o que precisa. Nós temos o sonho de prosperar", disse o governador candidato à reeleição.
Na parte de sua fala em que fez agradecimentos às pessoas que, de acordo com ele, o ajudaram a chegar ao Palácio dos Bandeirantes, Tarcísio preferiu palavras elogiadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, a quem classificou de homem dono de um grande carisma e que nunca puxou para si as vitórias e conquistas, mas sempre as atribuiu à equipe.
(Com Agência Estado)
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